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Município de Famalicão: Notícias e Informações Úteis http://www.famalicao.com Últimas 10 notícias 15 asdad asdasd dasdad http://www.famalicao.com/_armindo_costa_inaugura_centro_social_e_paroquial_de_s_cosme_do_vale_neste_sabado </p><img src="http://www.famalicao.com/op/image/?co=69316&h=972a0" width="304px" height="202px" border="0"/></p> Representando um investimento de cerca de 1,5 milhões de euros, o novo equipamento foi apoiado pela Câmara Municipal, através de uma comparticipação de 150 mil euros, e pela administração central, que aprovou uma candidatura no âmbito do Programa PARES (Programa de Alargamento da Rede de Equipamentos Sociais) e canalizou uma verba de 900 mil euros.
“A construção do Centro Social de S. Cosme do Vale representa o cumprimento de um compromisso assumido perante a população de S. Cosme do Vale. Desde a primeira hora, a Câmara Municipal assumiu que apoiava a construção desta casa solidária”, afirma Armindo Costa, lembrando que a obra, assim como outras realizadas no concelho, no âmbito do Programa PARES, “só foram possíveis graças a uma conjugação de esforços entre o Governo, a Câmara Municipal de Famalicão e as instituições sociais”.
Nos últimos anos, foram investidos em Famalicão cerca de 13 milhões de euros na construção de mais de 10 valências sociais: novos jardins-de-infância, novos centros para idosos, serviços de apoio ao domicílio, infra-estruturas de apoio e melhorias no espaço público. “Com os novos equipamentos, reforçámos o poder de intervenção das instituições, que agora estão a ser importantes no combate a situações socialmente graves, que se devem à crise económica que estamos a viver”, adianta o presidente da Câmara, considerando que as instituições sociais famalicenses “estão melhor preparadas para tarefas mais exigentes no apoio às populações”.

]]> http://www.famalicao.com/_recorde_no_apoio_a_familias_carenciadas_programa_casa_feliz_reabilitou_18_habitacoes_em_2011 </p><img src="http://www.famalicao.com/op/image/?co=69220&h=2769c" width="304px" height="202px" border="0"/></p> Segundo números divulgados pelo presidente da autarquia, Armindo Costa, que nesta segunda-feira entregou cheques no valor de cinco mil euros a mais seis famílias abrangidas pelo programa social, desde 2005, quando a iniciativa foi instituída, até hoje, foram aprovados 91 processos de reabilitação de casas degradadas, tendo o município comparticipado com um total de 435 mil euros.
Recorde-se que, em Vila Nova de Famalicão, as famílias de escassos recursos económicos podem aceder a um programa municipal que permite um apoio financeiro da Câmara Municipal até 5 mil euros para a realização de obras de reparação da habitação própria ou alugada, desde que preencham as condições previstas no Regulamento Municipal de Apoio a Estratos Sociais Desfavorecidos em Matéria Habitacional.
“Caso a habitação seja alugada e esteja muito degradada, sem que o senhorio faça obras, o inquilino pode candidatar-se a estes apoios, ficando o inquilino com direito a permanecer na casa por um período mínimo de cinco anos sem que a renda seja aumentada em função das obras realizadas”, sublinhou Armindo Costa, revelando que, para o ano de 2012,  “a Câmara Municipal de Famalicão tem disponível uma verba de 100 mil euros para ajudar a melhorar as condições de habitação até mais 20 famílias carenciadas”.
Falando perante famílias contempladas e presidentes das respectivas Juntas de Freguesia, Armindo Costa salientou a importância das condições mínimas de conforto e de habitabilidade na preservação da auto-estima e da felicidade das pessoas. “Com este programa queremos ver todos os famalicenses felizes.  É por isso que lhe demos o nome de Programa ‘Casa Feliz’”, explicou.
Uma habitação condigna é fundamental para a qualidade de vida dos munícipes. Neste sentido, quando a salubridade habitacional é colocada em causa, a autarquia incentiva a realização de obras de melhoramento, beneficiando as famílias com carências económicas.
O programa “Casa Feliz” engloba obras de conservação, reparação ou beneficiação de habitações degradadas, incluindo ligação às redes de abastecimento de água, electricidade e esgotos; ampliação de moradias e melhoria das condições de segurança e conforto de pessoas em situações de dificuldade de mobilidade ou segurança no domicílio, nomeadamente quando envolve pessoas idosas ou com deficiências.
São beneficiários deste programa pessoas ou agregados familiares desfavorecidos que auferem rendimentos mensais inferiores a 60 por cento do salário mínimo nacional, que residam no município há pelo menos três anos e que não possuam outro imóvel destinado a habitação. Os apoios financeiros podem, atingir o montante máximo de cinco mil euros.
]]> http://www.famalicao.com/_neste_sabado_pelas_21h30_deolinda_no_palco_da_casa_das_artes </p><img src="http://www.famalicao.com/op/image/?co=69195&h=6680a" width="304px" height="202px" border="0"/></p>
Ora cantar Lisboa – isto é, dizer, exaltar, louvar, poetar, gorjear um certo estado de espírito e uma certa maneira de estar e de conviver numa certa cidade – não é tarefa fácil. Por um lado trata-se de uma cidade onde cabe um país inteiro, cheio de particularidades. Por outro cantar é ofício antigo, já muito usado e abusado; coisa de artesão, e com tecnologia de outras eras.
Mas as canções de Pedro da Silva Martins transmitem uma série de saborosos ingredientes que não dependem da tecnologia instrumental. Por exemplo: o empenhamento de um olhar atento, selectivo e consciente do espaço em que age. E certas outras qualidades desse olhar. Vivacidade, agilidade, afectividade; discernimento e sensatez num meio em que estes não abundam (e por isso disfarçados de sátira). Para além de uma peculiar alegria no entendimento – quando o olhar afinal se compõe e se pode exprimir por palavras, articular-se, numa linguagem fluida e escorreita, mas requintada e correctíssima.
E se parece tão fácil quando se canta, provavelmente há duas razões para isso. A primeira e evidentíssima, é o nível de exemplaridade a que Ana Bacalhau está a saber levar a sua arte, feita respiração, timbre e prosódia em deolíndico corpo. A segunda, igualmente evidente a quem tiver ouvido atento, são as tessituras instrumentais que convocam e integram diversas formas musicais castiças, das antigas às recentes, com engenho mas sem artifícios.
E com esses dois selos sucede a tal coisa: as canções tornam-se contagiantes, tornam-se entusiasmo, tornam-se populares. De súbito, toda a gente percebe quem é a Deolinda. A Deolinda és tu, é ela, sou eu. E o maior mastro do mundo é português!
Falta o carimbo. Vai para a felicidade da ilustração e do tratamento gráfico, a fazer lembrar as folhas volantes, com as letras das canções em voga, que os cegos outrora vendiam nas ruas da Baixa e nas estações de comboio.
Música para cegos? Bom ponto de vista para uma sátira.
Desde que não caia em orelhas moucas…

FICHA TÉCNICA
Deolinda
Acústico / Folclórica
21 de Janeiro| Sábado | 21h30 | Grande Auditório da Casa das Artes de Famalicão
Entrada: 20 euros
M/4
Duração: 80 m
www.myspace.com/deolindalisboa

Ana Bacalhau Voz
Pedro da Silva Martins Guitarra
Luis José Martins Guitarra
Zé Pedro Leitão Contrabaixo

]]> http://www.famalicao.com/_universidade_lusiada_de_famalicao_emprega_diplomados </p><img src="http://www.famalicao.com/op/image/?co=69130&h=e1a05" width="304px" height="202px" border="0"/></p>
Vem patente no relatório que a população inscrita nos centros de emprego é maioritariamente feminina, é predominantemente jovem, com menos de 35 anos, inscrita nos centros há menos de um ano, e está particularmente representada na região Norte. A Lusíada de Famalicão está no Norte e, num país em recessão, afirma o seu ensino como social, isto é, pensado e orientado para necessidades de uma região em desenvolvimento.
Para além da qualidade do ensino ministrado, existe uma estreita ligação ao tecido empresarial da região, ficando muitos dos estudantes diplomados a trabalhar nas empresas onde realizam os seus estágios e os trabalhos de investigação. «A Universidade Lusíada tem sempre presente a preocupação com a formação integral de cada estudante. Dotamos os nossos diplomados, cerca de 4500, de soft skills, atitudes positivas, autoconfiança, competências comunicacionais, capacidade de trabalhar em grupo, entre outros valores, que criam e constituem mais-valias fundamentais para adaptação à realidade económica, social e empresarial actual», refere a Reitora da Universidade Lusíada de Vila Nova de Famalicão, Professora Doutora Rosa Moreira.

Para além das competências formais, tem a Universidade o Gabinete de Saídas Profissionais, um serviço ao dispor dos alunos e da comunidade geral, cujo objectivo principal é o de promover a inserção ou reinserção profissional de jovens e a articulação entre a formação e a vida activa.

FORMAÇÃO INTEGRAL

Licenciaturas em Arquitectura, Design, Contabilidade, Ciências Económicas e Empresariais, Marketing, Engenharia Mecânica, Engenharia Civil, Engenharia Electrónica e Informática, Engenharia e Gestão Industrial; Mestrados em Arquitectura, Design do Produto, Gestão, Economia, Marketing, Gestão de Operações, Engenharia e Gestão Industrial, Gestão de Energia, Engenharia Electrónica e Informática; Doutoramentos em Arquitectura, Design, Economia, Engenharia e Gestão Industrial são as formações ministradas.
A Universidade tem múltiplas formações pensadas e desenvolvidas conforme a necessidade do tecido empresarial da região. Das pós-graduações, aos cursos técnicos e formação contínua e profissional, tudo é pensado para o desenvolvimento e a formação integral das novas gerações. «Formamos para a gestão do saber, não apenas no saber fazer, mas também do saber como e quando fazer», salienta Rosa Moreira. «A Universidade é, e deve continuar a ser, fiel depositária e geradora de valores Humanistas essenciais e sem fronteiras. A Universidade não pode demitir-se da sua missão de gerar conhecimento, através da cultura, do ensino, da investigação e do desenvolvimento pessoal e social. A Universidade não pode isolar-se da sociedade local e global descontextualizando o saber ou ignorando as necessidades sociais. Mas os diversos agentes sociais também não podem ignorar os recursos vitais de que a Universidade dispõe ao nível humano, técnico e científico, recursos fundamentais para o seu desenvolvimento e competitividade. Na Universidade Lusíada de Vila Nova de Famalicão, os nossos alunos têm um nome, conhecem-nos, e sabem que é por todos eles e por cada um em particular, que queremos enfrentar os desafios do futuro».

]]> http://www.famalicao.com/_camara_municipal_distingue_jovens_artistas_obras_vencedoras_do_famarte_2011_em_exposicao_na_biblioteca_municipal </p><img src="http://www.famalicao.com/op/image/?co=69124&h=997b9" width="304px" height="202px" border="0"/></p> O concurso destinado a jovens artistas famalicenses decorreu entre Abril e Setembro de 2011. Os trabalhos estão agora em exposição na Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco até 31 de Janeiro.

De acordo com o vereador da Juventude, Mário Passos, o objectivo do concurso é “apoiar os jovens criadores proporcionando-lhes a exposição pública do seu trabalho, estimulando a actividade cultural e artística”.
A concurso estiveram sete áreas artísticas distintas: Desenho, Fotografia, Pintura, Escultura, Gravura, Serigrafia.

O segundo prémio foi para a obra “Parque Primeiro de Maio” de Sérgio Bruno Martins Faria e o terceiro para “Santo António” de Jorge Fernando Portela Lopes Faria Moreira. Foram ainda distinguidas com menções honrosas as obras “Casa de Camilo Castelo Branco” de Fábio Simão Silva Valente, “Hector e Andromache”, de Ana Catarina Vieira de Freitas e “Preservação da Cultura Africana” de José Flores.

A exposição dos trabalhos tem entrada livre e pode ser visitada às segundas das14h00 às 19h30, de terça a sexta-feira das 10h00 às 19h30 e aos sábados das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 17h00.

]]> http://www.famalicao.com/_sabado_dia_21_pelas_16h00__cavaco_silva_inaugura_casa_de_esmeriz </p><img src="http://www.famalicao.com/op/image/?co=69106&h=5c90b" width="304px" height="202px" border="0"/></p>
O edifício que se destaca pela arquitectura “moderna e arrojada”, como salientou Armindo Costa, numa das visitas efectuadas às obras de construção, representou um investimento total superior a 450 mil euros.
O novo espaço ocupa um só piso, não tendo barreiras arquitectónicas. Dois grandes espaços definem os principais usos do edifício: um de uso administrativo destinado ao funcionamento de Junta de Freguesia e outro destinado à realização de actividades culturais. O imóvel foi construído em terrenos cedidos pelo município.

Para Armindo Costa “o novo edifício vem dignificar ainda mais Esmeriz, uma freguesia fortemente urbanizada e em desenvolvimento crescente”. Por sua vez, o presidente da Junta de Freguesia, Jorge Silva, destaca a funcionalidade do novo edifício. “Queremos que seja um espaço vivo da freguesia, que sirva toda a gente, tanto em termos administrativos, como culturais e recreativos”.

]]> http://www.famalicao.com/_secretario_de_estado_da_cultura_e_o_cineasta_jose_fonseca_e_costa_falam_de_cinema_na_casa_de_camilo </p><img src="http://www.famalicao.com/op/image/?co=69100&h=ea5f6" width="304px" height="202px" border="0"/></p>
Com interpretação de Henrique Viana e Raul Solnado, o filme situa a acção no princípio dos anos 60, retratando alguns aspectos da sociedade portuguesa em plena época da ditadura salazarista. A acção desenrola-se após o aparecimento de um cadáver de um homem brutalmente assassinado na Praia dos Cães.

José Fonseca e Costa já foi um dos convidados do evento cultural “Um Livro, Um Filme”, assim como, Manoel de Oliveira, Pacheco Pereira, Maria João Avillez e Júlio Isidro, entre muitos outros.

FRANCISCO JOSÉ VIEGAS - POLÍTICO, ESCRITOR E JORNALISTA

O Secretário de Estado da Cultura do XIX Governo Constitucional, cargo que até então tinha o grau de Ministério, Francisco José Viegas licenciou-se em Estudos Portugueses, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, em 1983. Deixou o ensino para se dedicar ao jornalismo, tendo feito parte da redacção de vários títulos da imprensa portuguesa, como o Jornal de Letras, Expresso, Semanário, O Liberal, O Jornal, Se7e, Diário de Notícias, O Independente, Record, Visão, Notícias Magazine, Elle, Volta ao Mundo e Oceanos. Foi director das revistas LER e Grande Reportagem, bem como da Gazeta dos Desportos. Ocupou o cargo de director da Casa Fernando Pessoa, entre 2006 e 2008, que abandonou para regressar à direcção da LER. Na televisão, foi autor e apresentador dos programas Escrita em Dia (SIC), Falatório (RTP2), Ler Para Crer (RTP2), Prazeres (RTP1), Um Café no Majestic (RTP2), Primeira Página (RTP1), Livro Aberto (RTP-N) e Nada de Cultura (TVI24). Apresentou Escrita em Dia na Antena 1.

Além do jornalismo, Francisco José Viegas, tem publicado obras de poesia, romance, conto, uma peça de teatro e relatos de viagens. O seu romance policial Longe de Manaus (2006) valeu-lhe o Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores. É editor da Quetzal e autor do blogue A Origem das Espécies. Homem religioso, abandonou o catolicismo da sua tradição familiar e converteu-se ao judaísmo, religião dos seus antepassados, numerosos em Vila Nova de Foz Côa.
Nas últimas eleições legislativas, foi eleito deputado (independente, integrado nas listas do PSD) pelo círculo de Bragança. Foi nomeado Secretário de Estado da Cultura.

FICHA TÉCNICA DO FILME
Duração: 86m (cor)
Produção: António Cunha Telles
Realização: José Fonseca e Costa
Autoria: José Fonseca e Costa, António Larreta e Pedro Bandeira Freire
Género: Drama
Fotografia: Acácio de Almeida
Música: Alberto Iglésias
Cenografia: Nene Paraiso, Miguel Sá Fernandes
Origem: Portugal/Espanha - 1986
Classific.: M/12 - Filme de Qualidade
Com: Raul Solnado, Assumpta Serna, Patrick Bauchau, Carmen Dolores, Henrique Viana, Pedro Efe, Sergi Mateu, Mário Pardo.




]]> http://www.famalicao.com/_ines_castelbranco_sobe_ao_palco_da_casa_das_artes_com_a_peca_as_lagrimas_amargas_de_petra_von_kant </p><img src="http://www.famalicao.com/op/image/?co=69088&h=9b720" width="304px" height="202px" border="0"/></p>
Casa das Artes _ Programação Janeiro 2012
1
Exposição de Pintura José Manuel Almeida
Título: “Variantes: O Espaço Como Método”
Foyer | de 16 de Janeiro a 28 de Fevereiro de 2012

Os trabalhos expostos visam, no essencial, o que já fora um pouco referenciado, quer pelo método, propósito/intenção e referência/referências/influências.
O espaço como método aborda, então, uma pessoal metodologia de representação em que parte do espaço abstracto, indefinido e inexistente procura convergir para formas múltiplas que não cinjo a uma espécie de linha base temática específica dos trabalhos apresentados, mas, antes, a variantes de representação dentro de um único propósito: arquitecturas. Nestes trabalhos integram, então, obras menos recentes e, até, métodos de diferentes usos e aplicação de materiais, como: óleo, acrílico, vinil e jacto de tinta sobre tela.
                                                              6 Dezembro de 2011, José Manuel Almeida

2
O TEATRO E A ENVOLVENTE
Concerto de Ano Novo
Banda Filarmónica de V.N. Famalicão
14 de Janeiro | Sábado | 21h30| Grande Auditório
Entrada: livre
M/4
Duração: 60 m

3
Filipe Raposo Trio
Apresentação ao vivo do CD First Falls
JAZZ
20 de Janeiro| Sexta | 21h30| Grande Auditório
Entrada: 8 euros
M/4
Duração: 90 m
www.myspace.com/filiperaposo

Filipe Raposo Piano
Yuri Daniel Contrabaixo e Fretless
Vicky Marques Bateria

Filipe Raposo, pianista e compositor, teve uma formação clássica, estudando piano no Conservatório Nacional de Lisboa e composição na Escola Superior de Música de Lisboa, mas rapidamente alargou os seus horizontes ao jazz, à música improvisada, à música popular ou mesmo ao fado.
No domínio do jazz apresenta-se a solo ou como líder do seu trio, ou faz parte de grupos como o Trio de Yuri Daniel ou a Tora Tora Big Band.
Mas Filipe tem também desenvolvido um intenso trabalho como compositor, arranjador e pianista, colaborando com grandes artistas como José Mário Branco, Fausto, Sérgio Godinho, Amélia Muge, Vitorino, Janita Salomé e muitos outros.
First Falls é o seu primeiro álbum como líder. Nele revela a diversidade da sua formação e do seu percurso, sendo audíveis várias influências unificadas pela linguagem contemporânea da improvisação.
No disco, e consoante os temas, o seu trio teve formações diferentes. Ora o integravam Carlos Bica no contrabaixo e Vicky Fernandes na bateria, ora Yuri Daniel no baixo fretless e Carlos Miguel na bateria. Todos músicos dos melhores da cena jazzística nacional e com quem Filipe Raposo desenvolve, desde há tempos, uma relação de grande cumplicidade e entendimento. No concerto desta noite, o Trio, tal como no álbum, apresentar-se-á nas suas duas formações.
Um espectáculo que para uns será uma belíssima revelação e para outros a confirmação de um magnífico compositor e líder, em diálogo com músicos excepcionais.

4
Deolinda
Acústico / Folclórica
21 de Janeiro| Sábado | 21h30| Grande Auditório
Entrada: 20 euros
M/4
Duração: 80 m
www.myspace.com/deolindalisboa

Dá-me a tua mão, sai de casa e vem para a rua: a música popular lisboeta rememorou os seus feitos, redescobriu alegria e candura num meio onde isso já parecia improvável, e até encontrou maneira de o expressar. E olha: tornou-se outra vez contagiante, fez-se outra vez entusiasmo, tornou-se outra vez popular.
Ora cantar Lisboa – isto é, dizer, exaltar, louvar, poetar, gorjear um certo estado de espírito e uma certa maneira de estar e de conviver numa certa cidade – não é tarefa fácil. Por um lado trata-se de uma cidade onde cabe um país inteiro, cheio de particularidades. Por outro cantar é ofício antigo, já muito usado e abusado; coisa de artesão, e com tecnologia de outras eras.
Mas as canções de Pedro da Silva Martins transmitem uma série de saborosos ingredientes que não dependem da tecnologia instrumental. Por exemplo: o empenhamento de um olhar atento, selectivo e consciente do espaço em que age. E certas outras qualidades desse olhar. Vivacidade, agilidade, afectividade; discernimento e sensatez num meio em que estes não abundam (e por isso disfarçados de sátira). Para além de uma peculiar alegria no entendimento – quando o olhar afinal se compõe e se pode exprimir por palavras, articular-se, numa linguagem fluida e escorreita, mas requintada e correctíssima.
E se parece tão fácil quando se canta, provavelmente há duas razões para isso. A primeira e evidentíssima, é o nível de exemplaridade a que Ana Bacalhau está a saber levar a sua arte, feita respiração, timbre e prosódia em deolíndico corpo. A segunda, igualmente evidente a quem tiver ouvido atento, são as tessituras instrumentais que convocam e integram diversas formas musicais castiças, das antigas às recentes, com engenho mas sem artifícios.
E com esses dois selos sucede a tal coisa: as canções tornam-se contagiantes, tornam-se entusiasmo, tornam-se populares. De súbito, toda a gente percebe quem é a Deolinda. A Deolinda és tu, é ela, sou eu. E o maior mastro do mundo é português!
Falta o carimbo. Vai para a felicidade da ilustração e do tratamento gráfico, a fazer lembrar as folhas volantes, com as letras das canções em voga, que os cegos outrora vendiam nas ruas da Baixa e nas estações de comboio.
Música para cegos? Bom ponto de vista para uma sátira.
Desde que não caia em orelhas moucas…

Ana Bacalhau Voz
Pedro da Silva Martins Guitarra
Luis José Martins Guitarra
Zé Pedro Leitão Contrabaixo

5
AS LÁGRIMAS AMARGAS DE PETRA VON KANT de R.W. Fassbinder
Teatro
28 de Janeiro| Sábado | 21h30| Grande Auditório
Entrada: 12 euros
M/12
Duração: 80 m
No ano em que se assinalam os 40 anos da sua estreia em Darmstadt, a escolha desta peça acontece pela vontade em retirá-la dos anos setenta, onde foi fixada pelo cinema, e revê-la, quarenta anos depois, numa sociedade talvez igual ou talvez diferente. É essa a primeira motivação, testar, ainda sem uma certeza final, as mudanças, e sobretudo testar a profundidade dessas mesmas mudanças. Para o encenador/ realizador António Ferreira, (autor dos premiados filmes Esquece Tudo o que te Disse e Respirar Debaixo d’ Água), As Lágrimas Amargas de Petra Von Kant é “uma história de amor, de masoquismo, de relações claustrofóbicas, de desespero, sempre no feminino. A história de uma mulher que está a aprender a amar…”.
O espectáculo constitui a primeira incursão de António Ferreira no território da encenação de teatro sendo nuclear o estímulo que o enorme potencial cinematográfico do texto lhe propõe. De destacar ainda a presença na equipa artística de José António Tenente, como o figurinista a quem cabe a recriação do sofisticado e complexo universo da criação de moda que envolve Petra Von Kant.
Com um elenco de excepção, este projecto reforça a colaboração de Custódia Gallego, sua protagonista e actriz de uma versatilidade rara, com o Teatro do Bolhão depois de Vulcão, de Abel Neves, e Ronda Nocturna, de Lars Norén.

Encenação António Ferreira
Figurinos José António Tenente
Cenografia Luisa Bebiano
Desenho de Luz José Carlos Gomes
Sonoplastia Baltazar Gallego
Elenco Custódia Gallego, Diana Costa e Silva, Inês Castel-Branco, Isabel Ruth, Paula Mora e Cláudia Carvalho.
Co-produção: Teatro Nacional D. Maria II + ACE/ Teatro do Bolhão


Cinema no Pequeno e Grande Auditório Cineclube da Joane

5 – POST MORTEM de Pablo LARRAIN

Chile, Setembro de 1973. A história decorre durante os dias do golpe de Estado pelo general Augusto Pinochet contra o Governo de Salvador Allende. Mario Cornejo (Alfredo Castro) é um homem triste e solitário a trabalhar numa morgue de Santiago, onde transcreve os relatórios das autópsias. Nancy Puelma (Antonia Zegers), a sua vizinha, é uma corista de cabaret que se recusa a envelhecer. Um dia os caminhos de ambos cruzam-se e Mario apaixona-se irremediavelmente. Obcecado, segue a vida de Nancy, observando todos os seus passos. Até que, uma manhã, ele encontra a casa dela destruída. É então que, em desespero, passa a procurar o seu rosto em cada cadáver que chega à morgue. Até, finalmente, a encontrar...
Terceira longa de Pablo Larraín, "Post Mortem" é o segundo tomo de uma trilogia dedicada aos anos negros da ditadura chilena (o primeiro foi "Tony Manero", em 2008).

Título original: Post Mortem (Chile / México / Alemanha, 2010, 96 min.)
Realização: Pablo Larraín
Interpretação: Alfredo Castro, Antonia Zegers, Jaime Vadell, Amparo Noguera
Classificação: M/12
Página Oficial: http://postmortemlapelicula.cl/

11 (4.ª feira) – ALÉM DO AZUL SELVAGEM de Werner HERZOG (ciclo Werner Herzog – Até ao Fim do Mundo)
Um extraterrestre relata a sua fuga de um planeta congelado numa galáxia longínqua; discorre sobre as tentativas de se estabelecer na Terra e por fim revela o seu conhecimento secreto, conseguido também pela CIA acerca de uma viagem em direcção oposta. Na busca por um novo habitat, cinco astronautas viajam pelo universo e exploram o planeta abandonado, “além do azul selvagem“. Quando retornam após 820 anos, a Terra está inabitada.

Título Original: The Wild Blue Yonder (2005, 81 min.)
Realização: Werner Herzog 
Interpretação: Brad Dourif; Donald Williams, Ellen Baker, Franklin Chang-Diaz
Classificação: M/12

12 – LIÇÕES DA ESCURIDÃO + FATA MORGANA de Werner HERZOG (ciclo Werner Herzog – Até ao Fim do Mundo)
LIÇÕES DA ESCURIDÃO
Vários anos depois de “Fata Morgana”, Herzog volta a observar o deserto como uma paisagem com voz própria. Virtualmente desprovido de comentário, as imagens concentram-se no rescaldo da primeira Guerra do Golfo, especificamente nos incêndios dos campos de petróleo do Kuwait.
Pouco antes da segunda Guerra do Golfo, tropas iraquianas incendiaram campos de petróleo e terminais durante sua retirada do Kuait. Herzog e seu cinegrafista tentam registrar o inconcebível, o apocalipse, através de suas imagens.

Título Original: Lektionen in Finsternis (1992, 55 min.)
Realização: Werner Herzog 
Classificação: M/12


FATA MORGANA
Dividido em três capítulos: Criação, Paraíso e A Idade do Ouro. Contado por três diferentes narradores alemães: a historiadora de cinema Lotte Eisner, Eugen Des Montagnes, e Wolfgang von Ungern-Sternberg. O termo tomado para título, Fata Morgana, refere-se a miragens, e é um bom título para a obra filmada nos desertos do Norte de África. Trata-se de uma sucessão rítmica e musical de imagens e cenas curtas.

Título Original: Fata Morgana (1970, 79 min.)
Realização: Werner Herzog 
Interpretação: Wolfgang von Ungern-Sternberg, James Wiliam Gledhill, Eugen des Montagnes 
Narração: Lotte Eisner, W. Bächler, M. Eigendorf
Classificação: M/12


19 – A NOSSA VIDA de Daniele LUCHETTI
Claudio e Elena (Elio Germano e Isabella Ragonese) vivem num bairro periférico de Roma, têm dois filhos e um casamento feliz. Ele trabalha na construção civil e ela é mãe a tempo inteiro, estando grávida de um terceiro filho. Um dia, uma tragédia inesperada vem alterar o equilíbrio familiar. Cheio de uma raiva descontrolada e decidido a compensar os seus três filhos, Claudio decide arriscar tudo e dar uma volta às suas vidas. Porém, por mais que se esforce, ele não consegue reencontrar a paz de outrora e apenas o amor incondicional que o mantém unido à família o poderá ajudar a vencer o maior desafio da sua existência.
Um drama realizado pelo italiano Daniele Luchetti (""Il Portaborse" e "O Meu Irmão é Filho Único") que esteve em competição pela Palma de Ouro na edição de 2010 do Festival de Cannes, onde Elio Germano arrebatou o prémio de melhor actor.
Título original: La Nostra Vita
Realização: Daniele Luchetti (França / Itália, 2010, 101 min.)
Interpretação: Elio Germano, Raoul Bova, Isabella Ragonese, Luca Zingaretti, Stefania Montorsi
Classificação: M/12

26 – A MINHA ALEGRIA de Sergei LOZNITSA
Georgy (Viktor Nemets), um camionista russo, encontra no seu percurso todo o tipo de personagens peculiares ou sinistras e de histórias trágicas. Depois de se perder, quanto mais tenta encontrar o caminho de volta, compreende que os instintos de sobrevivência substituíram qualquer réstia de humanidade ou sentimento de compaixão. E, por mais que se esforce, nada o parece querer acordar daquele pesadelo.
Apresentada a concurso em Cannes 2010, a primeira longa-metragem de ficção do documentarista bielorrusso Sergei Loznitsa foi considerada uma das revelações cinematográficas de 2010. O trabalho do cineasta é bem conhecido dos espectadores habituais do DocLisboa e foi alvo de uma recente retrospectiva na Culturgest.

Título original: Schastye Moie (Alemanha/Ucrânia/Holanda, 2010, 127 min.)
Realização: Sergei Loznitsa
Interpretação:Viktor Nemets, Vladimir Golovin, Alexei Vertkov, Dmitri Gotsdiner
Classificação: M/16
Página oficial: http://www.arpselection.com/info_film.asp?t01id=164
]]> http://www.famalicao.com/_movimento_abracos_gratis_recolhe_bens_e_distribui_carinho </p><img src="http://www.famalicao.com/op/image/?co=68974&h=0954f" width="304px" height="202px" border="0"/></p>
Com esta iniciativa, a associação “Abraços Grátis” contribuiu para um Natal mais feliz de muitas famílias famalicenses.

]]> http://www.famalicao.com/_reisadas_animaram_casa_das_artes_criancas_famalicenses_mantem_viva_a_tradicao </p><img src="http://www.famalicao.com/op/image/?co=68948&h=57024" width="304px" height="202px" border="0"/></p> “uma história muito antiga, quando as pessoas andavam de porta em porta a cantar alegremente os Reis, mesmo com o frio gélido que se faz sentir nestas noites de Inverno”. Para Armindo Costa “este é um dia muito importante para as crianças, para que elas sintam o verdadeiro espírito dos reis magos, que é também um espírito de solidariedade e amizade”.

 Da parte das crianças, o sentimento era mesmo de alegria e de festa. No espectáculo estiveram cerca de 600 crianças, oriundas do Centro Social e Cultural de S. Pedro de Bairro; da Associação de Moradores das Lameiras; da Associação Gerações – “Nós Vimos das Gerações”; da Associação de Trabalhadores do Município; do Jardim de Infância Nossa Senhora da Guia – Outiz; da Associação de Trabalhadores da ACO; da Creche Mãe; da Santa Casa da Misericórdia de Famalicão e do Talvaizinho.

Refira-se que “Cantar os Reis” é uma iniciativa da responsabilidade do departamento de Educação e Cultura da Câmara Municipal e conta com a participação de várias instituições de ensino do concelho, que todos os anos respondem de forma entusiástica ao repto lançado pela autarquia.

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